ela desapareceu
Priscila Figueiredo tinha cabelo chanel totalmente tinturizado pra chegar no tom preto azulado. Possuía de forma magistral um piercing em forma de ferradura entre as duas narinas. A tatuagem, feita quando tinha apenas quinze anos, era ainda de cores tão vivas que reluzia a Betty Boop tomando quase o braço inteiro. Com uma blusinha simples, porém listrada e uma saia preta de vinil, a menina descia a rua Augusta fumando seu cigarro quase já no filtro.
Priscila Fiqueiredo gostava de ser apresentada de forma que a enaltecesse.
Priscila Figueiredo tinha cabelo tão pixaim que repetidas vezes encontrou um inseto morto, desde então alisava antes de sair. O piercing, que auto fez em seu nariz com uma agulha de costura, mostrava o tamanho da inflamação cheia de pus. A pin-up tatuada em um de seus membros começava a desbotar e por isso, a menina retocava todos os dias com caneta esferográfica o desenho. Ela não usava uma blusinha, esse diminutivo não cabe aqui, o mais correto seria dizer que usava uma blusona, pois a gordura acumulada na barriga aumentava pelo efeito que as listras davam de aumentar o tamanho de sua pança.
Priscila Figueiredo também gostava de total sinceridade.
Priscila Fiqueiredo gostava de ser apresentada de forma que a enaltecesse.
Priscila Figueiredo tinha cabelo tão pixaim que repetidas vezes encontrou um inseto morto, desde então alisava antes de sair. O piercing, que auto fez em seu nariz com uma agulha de costura, mostrava o tamanho da inflamação cheia de pus. A pin-up tatuada em um de seus membros começava a desbotar e por isso, a menina retocava todos os dias com caneta esferográfica o desenho. Ela não usava uma blusinha, esse diminutivo não cabe aqui, o mais correto seria dizer que usava uma blusona, pois a gordura acumulada na barriga aumentava pelo efeito que as listras davam de aumentar o tamanho de sua pança.
Priscila Figueiredo também gostava de total sinceridade.

